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Mike Shinoda do Linkin Park falou com o Yahoo! recentemente sobre várias coisas. Primeiro ele fala sobre o iHeartRadio Music Festival no qual o Linkin Park vai se apresentar, pela primeira vez, e Mike disse que as pessoas podem esperar novidades. Ele disse “será diferente de qualquer coisa que já fizemos”, o show deles será de 30 minutos apenas (um show normal tem 90 minutos), o Linkin Park está focando na criatividade para esse show por causa do tempo curto. Depois Mike fala sobre a turnê, a Honda Civic Tour terminou mas o Linkin Park vai continuar a turnê do LIVING THINGS e ele disse que as músicas novas mantêm a energia do show, porque são bem enérgicas. Depois ele falou um pouco sobre o clipe interativo de LOST IN THE ECHO e do LIVING THINGS ser um álbum ‘pessoal’ ao comparado com o A Thousand Suns, enquanto o LIVING THINGS os levou de volta às suas raízes iniciais, ele não se arrepende do Minutes to Midnight ou do A Thousand Suns, eles se orgulham de todos os seus álbuns, mas o LIVING THINGS traz “as raízes do passado, enquanto avança para o futuro”. E por último ele fala sobre estar em um “clube exclusivo”, o clube dos artistas que receberam Disco de Diamante, isso porque o Hybrid Theory ganhou o certificado de 10 milhões de vendas no mês passado nos EUA. Lembrem-se que o iHeartRadio Music Festival será transmitido ao vivo no Yahoo! em 21 e 22 de Setembro às 7PM PST (23 horas no horário de Brasília) – stream ao vivo aqui. Leia a entrevista abaixo:
YAHOO!: Que tipo de set vocês usarão no iHeartRadio Festival? A produção que vocês fazem normalmente na estrada precisará de mudanças?
SHINODA: Estamos sempre em turnê e sempre tocamos em vários festivais e shows onde somos a banda principal durante o ano todo, mas esse será nosso primeiro iHeartRadio Festival. Já começamos a planejar o set, e será diferente de tudo que já fizemos. Normalmente nossos shows têm mais de 90 minutos e tivemos que reduzir esse para apenas 30 minutos. Queremos tocar todos os nossos singles, mas eles não se encaixariam em tão pouco tempo – um grande problema. Então isso nos forçou a buscar criatividade com esse set. Trabalhar com restrições às vezes nos desafia a fazer algo realmente especial.
YAHOO!: A turnê dessa vez se diferencia em algum aspecto da última vez que vocês estiveram na estrada?
SHINODA: Estamos tocando várias músicas do nosso novo álbum, Living Things. Sempre que lançamos um novo álbum, é uma chance que temos de dar um pouco mais de vida aos nossos shows. E este álbum realmente é de alta energia, então as novas músicas vêm mantendo o show bem enérgico.
YAHOO!: Me fale sobre o vídeo interativo de “Lost in the Echo”. Foi dito que você foi o membro da banda que mais esteve envolvido com Jason Zada e Jason Nickel na colaboração para o vídeo.
SHINODA: Os clipes musicais não evoluíram muito nas duas últimas décadas. Houveram alguns destaques mas, em geral, os vídeo são apenas a música com a performance ou uma história sobre ela. Queríamos fazer algo interativo, que puxasse as pessoas a mais coisas. A música é uma das “pessoais” e queríamos que quem estivesse vendo tivesse uma experiência particular. Então trabalhamos com os Jasons na abordagem de diversas maneiras, até que surgiu a ideia que nós gostamos. Esse vídeo usa suas imagens pessoais e em muitos caso, suas memórias — e as coloca no visual da história. Boa parte do crédito tem que ir para os Jasons, que trabalharam com a parte tecnológica de “Lost in the Echo”.
YAHOO!: Você contou à Wired que “este álbum acabou sendo maiss sobre ‘você’ e ‘eu’.” Você pode falar mais sobre as implicações pessoais dele?
SHINODA: Nosso último álbum, A Thousand Suns, foi um álbum mais conceitual. Os temas dele incluíram problemas mundiais como o perigo nuclear e o meio ambiente. O elemento pessoal naquele álbum foi mais uma reação ao medo do que talvez estejamos fazendo a nós mesmos. Em contraste, o Living Things é muito mais pessoal. “Lost in the Echo” é um bom exemplo, eu acho. Essa música é sobre se libertar de bagagens emocionais, como se recusar a perdoar alguém.
YAHOO!: Eu vi Chester Bennington dizer em uma entrevista que esse álbum foi “menos doido” que o A Thousand Suns. E alguns fãs comentaram que ele seria tipo um retorno à forma que eles esperam desde o Hybrid Theory. Vocês estavam em procura de fazer uma coisa que tivesse mais a marca de vocês dessa vez?
SHINODA: Eu acho que isso depende de como você define “doido”! Claramente —e intencionalmente— ele é o tipo de coisa na qual as pessoas pensam quando elas lembram do “Linkin Park”. Mas o álbum não é algum tipo de pedido de desculpas; estamos orgulhosos de todos os nossos álbuns, e esse álbum contém elementos de todos eles, ao mesmo tempo que não regride. Ele traz as raízes do passado, enquanto avança para o futuro.
YAHOO!: O Hybrid Theory recebeu mês passado o certificado de 10 milhões de cópias vendidas. Ingressar no clube de diamante significa algo para você, particularmente?
SHINODA: Tivemos sorte de lançar aquele álbum um pouco antes de “acabarem” as vendas de álbuns físicos. Não haverão muitos Discos de Diamante daqui para a frente. Definitivamente esse é um clube bem exclusivo. Ao mesmo tempo, o legado da nossa banda não será definido somente por aquele álbum – foi ele que nos lançou, mas por sorte, temos sido capazes de manter as coisas interessantes desde então.
Fonte: Yahoo!
























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27 mai Landgraaf, Netherlands - Pinkpop Festival
30 mai Skive, Dinamarca - Skive Festival
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06 jun Bucareste, Roménia
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10 jun Moscou, Rússia - Maxidrom Festival
12 jun Odessa, Ucrânia - Rock Port Festival

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